Mostrando postagens com marcador empresas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empresas. Mostrar todas as postagens

18 de fevereiro de 2012

Sustentabilidade na empresa

Há tempos não surgia algo na internet que me inspirasse a escrever a respeito. Recentemente, tive a boa surpresa de conhecer o site criado por Gabi Werner para compartilhar conosco as experiências bem sucedidas dos profissionais de sustentabilidade.

A primeira entrevista é com Claudia Martins, da Interfaceflor, conhecida empresa de carpetes que trouxe a sustentabilidade na prática a partir da visão de Ray Anderson, líder inspirador que criou a missão zero, uma meta audaciosa para eliminar o resíduo do processo de produção de seus carpetes.

Chama atenção a economia que a empresa obteve com sua obsessão positiva por resíduo zero, a consistência do trabalho (que já tem 15 anos) e o engajamento dos colaboradores nesta missão. Ficam ainda algumas dicas para quem deseja implantar projetos de sustentabilidade nas empresas.

Bom conteúdo e inspiração para a prática! Vale a pena conhecer o site Sustentabilidade na Empresa.

1 de junho de 2010

Greenpeace divulga ranking "verde" de empresas de eletrônicos



Fonte: EcoD 

A ONG Greenpeace divulgou na quarta-feira, 26 de maio, a 15ª edição do Guia de Eletrônicos Verdes, lista trimestral que classifica as marcas do setor engajadas no conceito da responsabilidade socioambiental. Elaborado desde 2006, o ranking considera fatores como consumo de energia, uso de materiais tóxicos, programas de reciclagem, emissões de gases-estufa, entre outros.

Um dos principais objetivos da lista é orientar o consumidor do segmento e, ao mesmo tempo, pressionar as 18 maiores empresas do setor. Em uma escala de 0 a 10, a Nokia atingiu 7,5 e se manteve na liderança entre as mais sustentáveis. A companhia avançou no compromisso de retirar substâncias tóxicas dos celulares, como os compostos de bromo.

A Sony Ericsson, segunda no ranking, somou 6,9 pontos, depois de ter obtido o melhor desempenho nos critérios de produtos químicos e energia. Em terceiro vem a Phillips (5,1), que se comprometeu a eliminar o plástico PVC dos retardadores de novos aparelhos até o final deste ano.

Já na parte debaixo da tabela aparecem a japonesa Nintendo (1,8), que segue sem conseguir frear as emissões de gases de efeito estufa dos aparelhos produzidos, e a Lenovo (1,9), considerada ineficiente em nível energético e sem perspectiva de redução de substâncias tóxicas.

Antepenúltima colocada, a Microsoft (3,3) perde pontos no quesito "gestão de resíduos químicos" e também por deixar de informar aos fornecedores que está comprometida com a eliminação do PVC.

“As gigantes de eletrônicos não podem se auto-proclamar verdes enquanto não cumprirem o acordo de eliminar substâncias tóxicas de seus produtos, perigosas ao meio ambiente e à saúde pública”, alertou a coordenadora da Campanha de Tóxicos do Greenpeace Internacional,  Iza Kruszewska. “As empresas que ainda estiverem usando PVC e BFR, precisam avaliar os exemplos da Apple e HP, além das marcas indianas HCL e Wipro, que já começaram a eliminar os tóxicos de seus produtos”, complementou.

Veja a classificação das 18 empresas avaliadas pelo ranking:

1º Nokia;
2º Sony Ericsson;
3º Phillips;
4º Motorola;
5º Apple;
6º Panasonic;
7º Sony;
8º HP;
9º Sharp;
10º Dell;
11º Acer;
12º LG Electronics;
13º Samsung;
14º Toshiba;
15º Fujitsu;
16º Microsoft;
17º Lenovo;
18º Nintendo.