30 de abril de 2009

O Ser Consciente descobre um novo jeito de ser e agir

Informação é a melhor maneira de nos tornarmos mais conscientes em nossas atitudes do dia-a-dia.

Este curso online oferecido pelo Banco Real, com uma linguagem bem simples e divertida, vai mostrar o que sustentabilidade tem a ver com você e como esse conceito tem provocado grandes mudanças nas pessoas e organizações.
Por meio de situações cotidianas vividas pelo Roberto, você vai descobrir um novo jeito de ver e de agir. Um jeito que é bom para as pessoas, para o planeta e para os negócios.

Have fun!!!

27 de abril de 2009

Da Vinci foi um Ser Consciente

O post abaixo, sobre Leonardo Da Vinci, me faz pensar o quanto podemos realizar quando não nos dominamos pelas teorias. O quanto é importante PARTIR PARA A AÇÃO, mesmo quando não sabemos tudo. E pensei também, que o mundo avançaria muito se tivesse outros procrastinadores como ele.
Have fun!

Feliz Aniversário Da Vinci!
(Ricardo Jordão Magalhães)


"Eu estou impressionado com a urgência de fazer. Saber não é o suficiente, nós precisamos aplicar o que sabemos. Ter vontade não é o suficiente, nós precisamos fazer."
Leonardo Da Vinci

Leonardo Da Vinci nasceu no dia 15 de Abril no ano de 1542 como filho ilegítimo de Piero da Vinci. Da Vinci foi aprendiz de Andrea Del Verrocchio, famoso artista da época, mas logo desenvolveu o seu próprio estilo de pintura que se transformou em um alto padrão renascentista adotado vinte anos depois por Michaelangelo e Rafael.

O seu trabalho principal era a pintura, mas a sua mente imaginativa e inventiva o levou a outros campos do conhecimento, tais como inventor, cientista, engenheiro, arquiteto, escultor, músico, matemático, anatomista, astrônomo, geólogo, biólogo e filósofo.

Leonardo teve muitas idéias a frente do seu tempo. Os diários que resistiram ao tempo mostram desenhos de novos tipos de relógios, máquinas voadoras etc etc etc. Ele escreveu o primeiro livro sobre anatomia humana e foi o primeiro ser humano a compreender que a luz da Lua era um reflexo da luz do Sol.

"Salas pequenas disciplinam a mente, salas grandes a enfraquecem". Da Vinci.

Mas Da Vinci não completou os grandes projetos que ele desenhou em seus diários. Da Vinci pulava de um tópico para o outro com grande velocidade, terminando pouca coisa em vida.
Nem a Monalisa ele entregou. Quando morreu, ele tinha em sua posse apenas 20 pinturas, entre elas a Monalisa. Aparentemente, ele ainda estava trabalhando nessas obras.

"A pior coisa do mundo é quando você vê a teoria vencer a performance". Da Vinci.

Nos dias de hoje, Da Vinci talvez fosse contratado como Chefe de Pesquisas de Alguma Universidade Famosa. Nada mais do que isso. Ele deixou muitas anotações, mas pouca coisa prática para colocar em um portfólio de verdade.
Durante 35 anos, Da Vinci anotou os seus pensamentos em dezenas de diários, estima-se hoje que algo em torno de 100 volumes foram escritos. Muito se perdeu. Apenas 5 mil páginas foram preservadas, algumas delas arrematadas por Bill Gates alguns anos atrás.

"Uma vez que você tenha experimentado o gosto de voar, você passará a andar pela Terra com os olhos voltados para o céu". Da Vinci

Leonardo era o tipo de pessoa que hoje chamamos de "gênio". Mas ele tinha sérios problemas em focar sua mente em um único projeto por um longo período de tempo. Depois de resolver os problemas conceituais, Da Vinci perdia o interesse pelo assunto até que alguém o cobrasse de alguma coisa. Além disso, Da Vinci fazia o tipo perfeccionista sobre detalhes mínimos que ninguém conseguia enxergar. Essa é uma das razões porque os seus trabalhos nunca terminavam.

"Leonardo da Vinci foi um procrastinador irremediável. Leonardo tinha medo do sucesso, ele nunca deu o melhor de si para nada. Dessa maneira não existiam chances de falhar. É melhor sabotar-se a si mesmo do que se expor ao ridículo." Giorgio Vasari, biógrafo de Da Vinci.

Pode-se dizer que Da Vinci foi o mais famoso Ser Humano com Distúrbio do Déficit de Atenção a passar pelo planeta. Por outro lado, talvez não tenha surgido na face da Terra, alguém com tantos insights relevantes para diferentes áreas como Da Vinci.

"Eu ofendi a Deus e a Raça Humana ao entregar um trabalho que não atendeu a qualidade mínima necessária. " Da Vinci, no leito de morte.

Procrastinação é mais do que um defeito da nossa personalidade. É uma doença que precisa ser cuidada com carinho para não deixar se transformar em algo mais grave. Eu penso que a melhor coisa que podemos tirar da procrastinação é a certeza do que queremos fazer na vida. Quando procrastinamos algo, é porque esse algo é a coisa mais importante para nós.

Se você tem dúvidas sobre onde é bom, no que é bom, ou sobre o quê realmente deseja fazer na sua vida, basta olhar para as coisas que você está barrigando com alguma desculpa furada.

Escrever diários, blogs, twitters, conversar no messenger é dú caramba, mas quais são as coisas REAIS que você tem entregue nos últimos tempos? NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

Fonte: BIZREVOLUTION

22 de abril de 2009

Unesco lança biblioteca mundial digital

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lançou nesta terça-feira (21) a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco.
A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em vários idiomas.Entre os documentos, há tesouros culturais como a obra da literatura japonesa "O Conde de Genji", do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo, e também o primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller e que se encontra na biblioteca do Congresso americano.Entre outras preciosidades do novo site estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 18, que pertence a Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.Até o momento, o documento mais antigo da Biblioteca Digital da Unesco é uma pintura de oito mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.
A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão.O lançamento do site será acompanhado de uma campanha para conseguir aumentar o número de países com instituições parceiras para 60 até o final do ano."As instituições continuam proprietárias de seu conteúdo cultural. O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto também a outras bibliotecas", explicou Abdelaziz Abid, coordenador do projeto. A ideia de uma biblioteca digital mundial gratuita foi apresentada à Unesco pelo diretor da biblioteca do Congresso americano, James Billington, ex-professor da Universidade de Harvard.Ele dirige a instituição cultural do congresso americano desde 1987 e diz ter aproveitado o retorno dos Estados Unidos à Unesco, em 2003, após 20 anos de ausência, para promover a ideia da biblioteca digital."Eu lancei essa ideia e sugeri colocá-la em prática nas principais línguas da ONU, como o árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol", diz Billington.Ele se baseou em sua experiência na digitalização de dezenas de milhões de documentos da Biblioteca do Congresso americano, criada em 1800.O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.

21 de abril de 2009

O Ser Consciente faz do mundo um lugar melhor para se viver.

Rodrigo Raiter, editor da Abril trouxe consciência para o simples ato de 'dar um trocado' às pessoas que estão nas ruas. Ele trocou as moedinhas por livros usados e teve uma surpresa! Encontrou leitores interessados e curiosos... simplesmente me emocionou!

Veja a matéria completa abaixo, extraída do site da Nova Escola


Vale mais que um trocado
Ambulantes, pedintes e moradores de rua não esperam só por dinheiro dos motoristas parados no sinal vermelho. Sem pagar pra ver, eu vi
Rodrigo Ratier
(rodrigo.ratier@abril.com.br)




"Dinheiro eu não tenho, mas estou aqui com uma caixa cheia de livros. Quer um?" Repeti essa oferta a pedintes, artistas circenses e vendedores ambulantes, pessoas de todas as idades que fazem dos congestionamentos da cidade de São Paulo o cenário de seu ganha-pão. A ideia surgiu de uma combinação com os colegas de NOVA ESCOLA: em vez de dinheiro, eu ofereceria um livro a quem me abordasse - e conferiria as reações. Para começar, acomodei 45 obras variadas - do clássico Auto da Barca do Inferno, escrito por Gil Vicente, ao infantil divertidíssimo Divina Albertina, da contemporânea Christine Davenier - em uma caixa de papelão no banco do carona de meu Palio preto. Tudo pronto, hora de rodar. Em 13 oferecimentos, nenhuma recusa. E houve gente que pediu mais.

Nas ruas, tem de tudo. Diferentemente do que se pode pensar, a maioria dessas pessoas tem, sim, alguma formação escolar. Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, realizada só com moradores de rua e divulgada em 2008, revelou que apenas 15% nunca estudaram. Como 74% afirmam ter sido alfabetizados, não é exagero dizer que as vias públicas são um terreno fértil para a leitura. Notei até certa familiaridade com o tema. No primeiro dia, num cruzamento do Itaim, um bairro nobre, encontrei Vitor*, 20 anos, vendedor de balas.

Assim que comecei a falar, ele projetou a cabeça para dentro do veículo e examinou o acervo: - Tem aí algum do Sidney Sheldon? Era o que eu mais curtia quando estava na cadeia. Foi lá que aprendi a ler.

Na ausência do célebre novelista americano, o critério de seleção se tornou mais simples. Vitor pegou o exemplar mais grosso da caixa e aproveitou para escolher outro - "Esse do castelo, que deve ser de mistério" - para presentear a mulher que o esperava na calçada. Aos poucos, fui percebendo que o público mais crítico era formado por jovens, como Micaela*, 15 anos. Ela é parte do contingente de 2 mil ambulantes que batem ponto nos semáforos da cidade, de acordo com números da prefeitura de São Paulo. Num domingo, enfrentava com paçocas a 1 real uma concorrência que apinhava todos os cruzamentos da avenida Tiradentes, no centro. Fiz a pergunta de sempre.

E ela respondeu: - Hum, depende do livro. Tem algum de literatura?, provocou, antes de se decidir por Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. As crianças faziam festa (um dado vergonhoso: segundo a Prefeitura, ainda existem 1,8 mil delas nas ruas de São Paulo).


Por estarem sempre acompanhadas, minha coleção diminuía a cada um desses encontros do acaso.

Érico*, 9 anos, chegou com ar desconfiado pelo lado do passageiro: - Sabe ler?, perguntei. - Não..., disse ele, enquanto olhava a caixa. Mas, já prevendo o que poderia ganhar, reformulou a resposta: - Sim. Sei, sim. - Em que ano você está? - Na 4ª B. Tio, você pode dar um para mim e outros para meus amigos?, indagou, apontando para um menino e uma menina, que já se aproximavam. Mas o problema, como canta Paulinho da Viola, é que o sinal ia abrir. O motorista do carro da frente, indiferente à corrida desenfreada do trio, arrancou pela avenida Brasil, levando embora a mercadoria pendurada no retrovisor.

Se no momento das entregas que eu realizava se misturavam humor, drama, aventura e certo suspense, observar a reação das pessoas depois de presenteadas era como reler um livro que fica mais saboroso a cada leitura. Esquina após esquina, o enredo se repetia: enquanto eu esperava o sinal abrir, adultos e crianças, sentados no meio-fio, folheavam páginas. Pareciam se esquecer dos produtos, dos malabares, do dinheiro...
Ganhar um livro é sempre bem-vindo. A literatura é maravilhosa, explicou, com sensibilidade, um vendedor de raquetes que dão choques em insetos.
Quase chegando ao fim da jornada literária, conheci Maria*. Carregava a pequena Vitória*, 1 ano recém-completado, e cobiçava alguns trocados num canteiro da Zona Norte da cidade. Ganhou um livro infantil e agradeceu. Avancei dois quarteirões e fiz o retorno. Então, a vi novamente. Ela lia para a menininha no colo. Espremi os olhos para tentar ver seu semblante pelo retrovisor. Acho que sorria.

* os nomes foram trocados para preservar os personagens.

20 de abril de 2009

Dica de leitura consciente II


Estou terminando de ler a Revolução Decisiva, de Peter Senge. O título original em inglês é 'The Necessary Revolution'. Se tivesse que recomendar apenas um livro para o ano de 2009 (pelo menos até agora) seria esse.
É uma abordagem bem pragmática, voltada especialmente a promover as mudanças necessárias à sustentabilidade nas organizações, especialmente nas empresas.
Leitura fácil, gostosa, com inúmeros exemplos práticos e cases, traz caixas de ferramentas para implementação das iniciativas e programas realmente transformadores.
O livro propõe, por exemplo, que as empresas revejam seu propósito de existir, parafraseando Peter Drucker que afirmou: "O lucro para as empresas é como o oxigênio para as pessoas; sem ele você está fora do jogo". Acontece que o propósito das pessoas na terra não é apenas respirar. O ar é um meio para que possamos realizar nossa missão no planeta. Por que com as empresas seria diferente? O lucro, portanto, apesar de essencial, deveria ser um meio e não um fim.
Vale a pena ler e comentar a respeito! Estão convidados!
Abraços,
Andy

19 de abril de 2009

O Ser Consciente enxerga além das aparências

Era visível a incredulidade nos rostos dos jurados e da plateia do programa Britain's Got Talent (um misto de Show de Calouros com American Idol) quando Susan Boyles, uma senhora britânica de 47 anos, subiu ao palco para cantar "I Dreamed a Dream", do musical Os Miseráveis.

Pouco antes de exibir sua performance, o programa mostrou uma breve entrevista na qual Susan revelou que vivia sozinha com Pebbles, seu gato de 10 anos de idade. Mais: nunca havia se casado e, pior, nunca havia sido beijada na vida. Sua aparência física certamente não se assemelha ao visual habitual dos popstars, e o seu jeito simples e levemente atrapalhado fez com que júri e audiência aguardassem por um momento supremo de vergonha alheia.

Pois foi com expectativas abaixo de zero que todos se surpreenderam ao ouvir aquela senhora simpática mostrar a sua voz. Este é o momento de dar play neste vídeo já legendado em português.

A performance de Susan Boyle foi simplesmente arrebatadora, arrancando lágrimas emocionadas, aplausos entusiasmados e, ao final, os risos com a "dancinha da vitória" quando aquela solteirona desacreditada foi merecidamente aclamada pelos jurados Simon Cowell, Amanda Holden e Piers Morgan. Esta apresentação foi exibida pelo canal inglês ITV no sábado, dia 11 de abril, e assim que caiu na rede tornou-se sucesso imediato, repercutindo em sites como Digg, Reddit e
Twitter. Até o presente momento, o vídeo no YouTube alcançou a marca de 7.270.501 visualizações.

Apenas três dias após sua primeira aparição na TV, Susan Boyle tornou-se uma celebridade mundial graças à internet. Em entrevista concedida ao
Daily Mirror, ela revelou detalhes de sua vida pessoal. Caçula de uma família de nove irmãos, Susan nasceu de um parto complicado em que sofreu falta de oxigenação, deixando-a com uma grave sequela: dificuldades de aprendizado. Por conta disso, tornou-se alvo de chacotas e brincadeiras maldosas de outras crianças quando frequentava a escola.

Susan nunca teve um namorado. Cresceu, envelheceu e teve na música o seu único alento na vida. Porém, com problemas de auto-estima, nunca apostou em seu talento natural. Inscreveu-se, enfim, para participar do Britain's Got Talent dois anos após a morte de Bridget, sua mãe, em 2007. Ela era fã do programa e dizia que, se um dia Susan fizesse sua inscrição no reality show, seria vencedora. Disse Boyle: "Eu nunca acreditei que era boa o suficiente. Foi só após a morte de minha mãe que tomei coragem para fazer minha inscrição. Foram tempos difíceis, sofri de depressão e ansiedade. Mas após a escuridão vem a luz. Queria que minha mãe tivesse orgulho de mim, e a única maneira de fazer isso foi correndo o risco de participar do show".

A esta altura do campeonato, Susan Boyle já nem necessita mais vencer esta edição, cujos resultados deverão ser anunciados em 30 de maio. No domingo de Páscoa, ao chegar para a missa na igreja que frequenta, ela foi aplaudida de pé por todos que estavam no local. Também já foi chamada para conversar com executivos de uma grande gravadora.

17 de abril de 2009

Dicas de Literatura Consciente I

DESENVOLVIMENTO COMO LIBERDADE – AMARTYA SEN

Vivemos em uma era de abundância e prosperidade sem precedentes. Mas a pobreza persiste. O problema da miséria revelou-se muito mais complicado do que a viagem à Lua ou a produção da bomba atômica.

A abordagem econômica tem afirmado que a solução é o “desenvolvimento”. Mas se nos interrogarmos sobre o significado do termo, podemos perceber que não é de fácil definição.

Amartya Sen propõe uma nova abordagem: a visão do desenvolvimento como liberdade. De acordo com esta perspectiva, o desenvolvimento consiste na remoção dos vários tipos de restrições que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas, que procuram essencialmente viver bem e por mais tempo.

Essa proposta contrasta com outras mais restritas, que identificam o desenvolvimento ao crescimento da produção, aumento dos rendimentos, industrialização e progresso tecnológico.

A natureza radical da concepção do autor está justamente em colocar a questão da liberdade no cerne do desenvolvimento, não como meio para atingi-lo, mas como fim. Assim, o desenvolvimento do capital humano não deve ser avaliado unicamente por sua contribuição para o aumento da capacidade produtiva. É um bem em si, aumentando diretamente o bem estar e a liberdade das pessoas.
Texto adaptado. Veja artigo original na integra.
SERVIÇO:

Título: Desenvolvimento como Liberdade
Autor: Amartya Sen
Editora: Cia das Letras
Ano: 2000

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